Do frio da rua ao altar da igreja: a história de Johnny, o cachorro de rua adotado por um pároco no Brasil que conquista fiéis e redes sociais
@paroquia_santaanaesaojoaquim/Instagram
Ele havia entrado na menininha capela de Santa Ana e San Joaquínem Barretos, Brasil, movido pela fome e pela necessidade de abrigo. Magro, cansado e sem teto, o cachorro vadio que todo mundo liga hoje Johnny ele estava simplesmente procurando um lugar seguro para parar por algumas horas. Ninguém, porém, imaginava que aquele cão se tornaria uma presença permanente na freguesia e um fenómeno viral capaz de movimentar milhões de pessoas. Foi ele quem o acolheu Padre Luiz Paulo Soarespadre da igreja, que imediatamente decidiu oferecê-lo a ele água, comida e um cantinho tranquilo para descansar. Daquele momento em diante, Johnny nunca mais foi embora.
O cachorro que acompanha a missa ao lado do padre
Com o passar das semanas o cachorro ele começou a seguir o pároco em todos os lugaresparticipando também de celebrações religiosas. Durante a missa sentava-se perto dos bancos ou permanecia imóvel junto ao altar, observando silenciosamente os fiéis e os rituais com uma calma surpreendente. A cena afetou profundamente a comunidade local. Então o padre teve uma ideia destinada a transformar Johnny em uma pequena celebridade: crie uma pequena vestimenta litúrgica vermelha e branca para ele. Assim nasceu o “cãoroinha”, um trocadilho português que combina “cão” (cachorro) e “coroinha” (coroinha). Hoje Johnny participa de missas, procissões, casamentos, batizados e celebrações religiosas e se tornou uma presença querida entre adultos e crianças.
Vídeos virais e o carinho da web
As imagens do cachorro sentado perto do altar em sua minúscula roupa de mestre de cerimônias rapidamente se popularizaram. invadiu redes sociais. Nos vídeos Johnny aparece calmo, sereno, muitas vezes com a intenção de buscar alguns carinhos entre os fiéis antes do início do culto. Muitos usuários definiram sua história um dos mais ternos dos últimos meses. Outros elogiaram o gesto do padre, sublinhando como o acolhimento de um animal abandonado transformou a vida de toda a comunidade paroquial. Também tem havido algumas críticas por parte daqueles que consideram inadequada a presença de um cão durante as celebrações religiosas. Mas houve controvérsias submerso pelo carinho geral.
Um símbolo de acolhimento que vai além da religião
Padre Luiz Paulo, que já ajudou outros cães vadios no passado, continua contando a história de Johnny como um exemplo concreto de compaixão e inclusão. No bairro todo mundo já conhece aquele cachorro que anda livre pelas ruas, mas que nunca falta ao compromisso da missa. E talvez o detalhe mais surpreendente seja justamente este: Johnny não se tornou especial porque usa uma pequena túnica, mas porque encontrou um lugar onde finalmente sinta-se bem-vindo.
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