Terror em Roma: Pongo, o querido gato do bairro Trullo, morreu após ser atingido por três projéteis. Oipa Lazio lança apelo para encontrar o culpado: quem souber, fale
@Guardie Zoofile OIPA Lácio/Facebook
A notícia da Capital está mais uma vez manchada por uma crime brutal e injustificávelconsumido nas ruas de Bairro Trullo, em Roma. O alvo desta enésima ferocidade gratuita foi eu jogoum gato pacífico da vizinhança que, apesar de ser formalmente um vira-lata, na verdade havia sido adotado por toda a comunidade localcujos moradores cuidavam diariamente de alimentá-lo, cuidar e protegê-lo.
A tragédia veio à tona em via Cecinaonde o felino foi encontrado deitado no asfalto, morrendo e em uma poça de sangueapós ser atingido por uma sequência cerrada de tiros. Os cidadãos alertaram imediatamente os serviços de urgência, transferindo urgentemente o animal para uma clínica veterinária especializada, onde a equipa médica tentou um desesperado cirurgia de emergência na tentativa de salvar sua vida. Durante a operação, os médicos extraiu três bolinhas de metal do corpo do felino. Apesar dos esforços dos médicos para suturar as hemorragias, os ferimentos internos causados pelas balas revelaram-se demasiado extensos e devastadores, levando ao morte do animal.
A denúncia dos guardas zoófilos e a caça aos testemunhos
O episódio desencadeou uma dura reação por parte das instituições de proteção animal. O guardas zoófilos de Oipa Lácio eles foram ativados desde os primeiros momentos, assumindo o comando do despesas veterinárias e iniciar as primeiras investigações legais na cena do crime para esclarecer totalmente a dinâmica da emboscada. A unidade de investigação lançou um apelo peremptório a todos os moradores da áreapedindo a qualquer pessoa que estivesse por perto ou tivesse notado movimentos suspeitos que venha para a frentejá que mesmo o menor detalhe pode ser decisivo na identificação do culpado.
A direção da associação quis condenar firmemente o gesto vil com palavras muito pesadas que não deixam margem para interpretações ou circunstâncias atenuantes:
Por trás de cada gesto como este existe uma crueldade que não pode ser ignorada. Bater num animal indefeso não é uma façanha, não é uma brincadeira: é um ato de violência que deve ser processado com a maior severidade.
A investigação pretende agora minar o muro de silêncio do bairro, lembrando que o silêncio serve apenas para proteger o autor desta atrocidade. Para a vítima não há mais nada a fazer, mas justiça deve seguir o seu caminho com firmeza para enviar um sinal forte àqueles que planeiam imitar estas brutalidades.
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